Coimbra é, acima de tudo, uma terra de convívio e boemia estudantil, um distrito de contrastes, entre o mar e as montanhas, sua principal característica geográfica do distrito é o vale do rio Mondego, o maior rio que nasce em Portugal, que domina a paisagem em todo o ocidente do distrito.

Os inúmeros monumentos de Coimbra atestam o seu passado histórico: o Arco e Porta de Almedina, os Arcos do Jardim; o Convento de Santa Clara-a-Nova; o Convento de Santa Maria de Celas, o Convento de S. Francisco; o Mosteiro de Celas, o Mosteiro de Lorvão, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha; as Igrejas de Santa Cruz, de Santa Justa, de Santo António dos Olivais, de S. Bartolomeu, de S. Salvador e de S. Tiago; a Sé Nova e a Sé Velha, a Quinta das Lágrimas, o Aqueduto de S. Sebastião.
Foi em Coimbra que aconteceu o amor proibido de D. Pedro I e D. Inês, que inspirou poetas e escritores. A sua história continua a fazer parte do patrimônio da cidade.
O leitão assado, a Chanfana e o arroz de lampreia, são alguns dos pratos mais característicos de Coimbra. Ao nível da doçaria, a lista é grande: arrufadas, bolinhos bolinhos, arroz doce, sopa dourada das freiras de Santa Clara , pudim de ovos, deliciosos pastéis de Tentúgal, as queijadas e as espigas de milho.